Hoje, em meu primeiro post, quero abordar um assunto simples mas que faz toda a diferença quando se trata de um ambiente particular: o seu jeito!
Quando pensamos em decoração nos vem à mente várias ideias e estilos, referências de revistas, sites e aquele batalhão de informações do que colocar, onde comprar, uma coisinha que vimos ali, outra lá e etc. Mas a questão é: como eu sou?
Imagina você em um ambiente com cor e iluminação que te incomodam, com os móveis que para você são horríveis, e que você tenha que olhar para aquilo todos os dias, não tendo outro lugar pra estar, afinal é a sua casa (rsrs...). Portanto, antes conheça a si mesmo e tente responder mais uma vez: Como eu sou?
Uma coisa que eu aprecio, acredito e levo comigo é que na hora de projetar um ambiente, principalmente residencial, é preciso fazer estudos preliminares e responder algumas questões (no caso, pessoais, porque se trata se um ambiente próprio) como:
- Que ambiente é? (sala? Cozinha? Quarto? Etc.)
- Quais as atividades que são realizadas neste ambiente e qual o tempo de permanência no mesmo?
- Quem usará esse ambiente? (Talvez, mais pessoas além de mim)
- Quais são as coisas que eu gosto (cor, madeira, inox, mobília) e quais são as que eu detesto, acho horrível?
Entre outras ... e finalmente:
- Como eu gostaria que fosse esse ambiente, em termos de decoração, sendo que todos os dias olharei para ele, conviverei? Ou seja... Como eu quero que seja o meu derredor dia-a-dia?
Seguem imagens de alguns estilos bem diferentes (uns dos principais), que talvez você deteste ou ame:
Por fim, se você quer ir mais afundo, sugiro que você leia um pouco sobre psicologia para a decoração e você perceberá que esse assunto vai muito além de um simples gosto próprio.
Segundo Glaucus Cianciardi:
Uma casa, por si só, não é um lar. É um objeto arquitetônico inanimado, destinado ao abrigo do ser humano; somente após um processo etológico de domínio territorial tal espaço se transforma em lar. A decoração faz parte dessa apropriação espacial. Decorar é, com a mediação de objetos, conferir sentidos a um lugar, tornando-o mais significativo que um simples abrigo; é tornar público o modo privado de ser de cada indivíduo; é apropriar-se do espaço, submetendo-o aos desígnios de quem o habita, de forma que o reflita tal qual um espelho a sua imagem e semelhança.
Quando pensamos em decoração nos vem à mente várias ideias e estilos, referências de revistas, sites e aquele batalhão de informações do que colocar, onde comprar, uma coisinha que vimos ali, outra lá e etc. Mas a questão é: como eu sou?
Imagina você em um ambiente com cor e iluminação que te incomodam, com os móveis que para você são horríveis, e que você tenha que olhar para aquilo todos os dias, não tendo outro lugar pra estar, afinal é a sua casa (rsrs...). Portanto, antes conheça a si mesmo e tente responder mais uma vez: Como eu sou?
Uma coisa que eu aprecio, acredito e levo comigo é que na hora de projetar um ambiente, principalmente residencial, é preciso fazer estudos preliminares e responder algumas questões (no caso, pessoais, porque se trata se um ambiente próprio) como:
- Que ambiente é? (sala? Cozinha? Quarto? Etc.)
- Quais as atividades que são realizadas neste ambiente e qual o tempo de permanência no mesmo?
- Quem usará esse ambiente? (Talvez, mais pessoas além de mim)
- Quais são as coisas que eu gosto (cor, madeira, inox, mobília) e quais são as que eu detesto, acho horrível?
Entre outras ... e finalmente:
- Como eu gostaria que fosse esse ambiente, em termos de decoração, sendo que todos os dias olharei para ele, conviverei? Ou seja... Como eu quero que seja o meu derredor dia-a-dia?
Seguem imagens de alguns estilos bem diferentes (uns dos principais), que talvez você deteste ou ame:
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| Vida e estilo |
Moderno: Móveis de linhas retas, cor, metal e itens tecnológicos
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| Thinking at design |
Rústico: madeira, acabamentos rudes, tons de marron.
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| Construindo minha casa clean |
Clean: Móveis e revestimentos claros, luz natural, cores somente em alguns objetos pequenos.
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| Pensando a decoração |
Clássico: O estilo clássico ostenta todo o requinte e classe dos grandes palácios, formas bem desenhadas, uma decoração bem tradicional, que tem suas origens na arquitetura romana e grega.
Segundo Glaucus Cianciardi:
Uma casa, por si só, não é um lar. É um objeto arquitetônico inanimado, destinado ao abrigo do ser humano; somente após um processo etológico de domínio territorial tal espaço se transforma em lar. A decoração faz parte dessa apropriação espacial. Decorar é, com a mediação de objetos, conferir sentidos a um lugar, tornando-o mais significativo que um simples abrigo; é tornar público o modo privado de ser de cada indivíduo; é apropriar-se do espaço, submetendo-o aos desígnios de quem o habita, de forma que o reflita tal qual um espelho a sua imagem e semelhança.





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